Volta Redonda inicia projeto de cinoterapia para crianças com TEA

Volta Redonda – A Prefeitura de VR avançou na implantação da cinoterapia no município, com a escolha do cão que será utilizado no atendimento a crianças atípicas. A iniciativa é coordenada pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e integra as ações de inclusão desenvolvidas na cidade.

Na última semana, o secretário Washington Uchôa esteve no Rio de Janeiro para cumprir agenda técnica voltada à seleção do animal. A visita fez parte de uma parceria com o Batalhão de Ações com Cães da Polícia Militar, responsável por apoiar o projeto.

Durante a agenda, o secretário conheceu a estrutura do canil da unidade, localizada no bairro Olaria, além dos métodos de treinamento utilizados. Ele foi recebido pela tenente Vivian Gomes e pelo subtenente Vinicius Gonçalves, que acompanham o processo de escolha do animal.

Após a visita, a comitiva seguiu para Niterói, onde foi identificado um cão com perfil adequado para a atividade terapêutica. Segundo o secretário, a avaliação técnica do adestrador é fundamental para garantir que o animal atenda aos critérios necessários.

“A escolha precisa ser feita com muito cuidado, pois o cão terá papel direto no atendimento às crianças. Por isso, buscamos apoio técnico especializado para garantir a decisão correta”, explicou.

A aquisição do animal ainda depende da análise final do adestrador e do envio da documentação por parte do canil, etapa necessária para abertura do processo administrativo. Somente após essa fase a compra será concluída.

O atendimento será realizado no espaço Laço Azul, no bairro Retiro, que já atua com crianças com Transtorno do Espectro Autista. A seleção dos participantes ficará sob responsabilidade da equipe técnica do local.

Além do uso terapêutico, o projeto também está ligado à proposta de implantação de um futuro batalhão de ações com cães no bairro Roma. A unidade deverá atuar na área de segurança pública e contar com cães farejadores e de apoio operacional, atendendo toda a região do Sul Fluminense.

A expectativa é que, futuramente, o cão da cinoterapia também integre essa estrutura, unindo ações de segurança e inclusão social no município.

luciano junior

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