Teatro Franklin recebe exposição sobre memória e paisagens de Volta Redonda

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Fotos: Cris Oliveira – Secom/PMVR
Proposta da exposição utiliza a fotografia como instrumento de reflexão sobre a história, as transformações urbanas e as relações socioambientais de Volta Redonda

Volta Redonda – O Teatro Maestro Franklin de Carvalho Jr, no bairro Laranjal, recebe neste sábado (9), a partir das 9h, a exposição fotográfica “Imagens em Diálogo: memória, trabalho e paisagens socioambientais de Volta Redonda”. A mostra é assinada pela pesquisadora Letícia Piedade de Medeiros, com orientação de Alexandre Maia do Bomfim e colaboração de Fernanda de Oliveira.

A proposta da exposição utiliza a fotografia como instrumento de reflexão sobre a história, as transformações urbanas e as relações socioambientais de Volta Redonda, articulando memória, educação crítica e identidade local.

Segundo os organizadores, o projeto busca estimular um olhar mais sensível e analítico sobre o território, valorizando experiências sociais e aspectos históricos da cidade a partir da imagem como recurso pedagógico.

A exposição já havia sido apresentada anteriormente no hall da Biblioteca Municipal Raul de Leoni, na Vila Santa Cecília, integrando a programação do Circuito das Artes. Agora, chega ao teatro com uma programação ampliada, incluindo uma roda de diálogo sobre memória, educação e cultura.

O debate contará com a participação da professora Alba Valéria Machado, do professor Rogério de Paiva Lima, do escritor e historiador Guto Mello e da professora Abigail Ribeiro Gomes.

A programação cultural inclui ainda a apresentação da esquete teatral “A Chaminé”, produzida pela Cia de Teatro Arte em Cena, com direção de Stael de Oliveira.

De acordo com Letícia Piedade de Medeiros, o trabalho foi desenvolvido como um instrumento de valorização da história local e de fortalecimento da educação crítica.

“O projeto busca resgatar a trajetória histórica e socioambiental da cidade por meio de um olhar que articula memória e educação. Entendemos que o trabalho tem relevância cultural e educativa, além de seu papel na preservação da memória local e na promoção do acesso ao conhecimento”, afirmou.

A pesquisadora destacou ainda que a proposta vai além de uma simples exposição fotográfica.

“A exposição não se configura apenas como uma mostra visual. Trata-se também de um produto educacional, acompanhado de um guia de mediação, com o objetivo de transformar a visita em uma experiência pedagógica de reflexão crítica”, explicou.

Ana Carolina Garcia Berg de Marco

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