Oficina de costura amplia atendimento do Cras na zona rural de Lídice

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Foto: Divulgação

Rio Claro  – Moradores da zona rural de Lídice, distrito de Rio Claro, passaram a contar com uma nova opção de qualificação profissional no Polo Santana. Uma parceria entre a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos e a PCH Braço levou ao local uma oficina de costura, além de ampliar o atendimento do CRAS às famílias da comunidade.

A primeira atividade foi inaugurada na última semana, com a presença das alunas inscritas, representantes da Prefeitura, da PCH Braço e moradores. O curso terá aulas todas as quartas-feiras, das 14h às 16h, durante seis meses. As participantes terão acesso a máquinas, materiais e acompanhamento de uma profissional responsável pelas aulas.

A iniciativa é desenvolvida pelo CRAS Lídice, que já mantém outras atividades no Polo Santana, como pintura em tecido, além de orientações sobre benefícios e direitos socioassistenciais. A proposta é facilitar o acesso das famílias da área rural aos serviços oferecidos pela assistência social, sem a necessidade de deslocamento até a região central do distrito.

Para o secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, Cacildo Júnior, a descentralização ajuda a aproximar os serviços públicos dos moradores.

“A assistência social precisa chegar onde as pessoas estão. Essa parceria permite levar conhecimento, orientação e oportunidades para as famílias da zona rural, fortalecendo a autonomia e os vínculos comunitários”, destacou.

Segundo a coordenadora do CRAS Lídice, Valéria Bastos, a implantação da oficina de costura no Polo Santana já era uma demanda discutida pela equipe. A parceria com a PCH Braço possibilitou a estrutura necessária para colocar a atividade em funcionamento.

“A gente já tinha o desejo de levar a oficina de costura para Santana, mas faltava a estrutura para isso. Quando surgiu essa parceria, conseguimos transformar uma ideia antiga em uma oportunidade concreta para as mulheres da comunidade”, contou.

De acordo com Valéria, a definição da atividade ocorreu após reuniões entre as equipes da assistência social e da empresa. A partir do diálogo com os moradores e da identificação das demandas locais, a costura foi escolhida para integrar as ações no Polo Santana.

Além da qualificação, a oficina também busca estimular a convivência entre os participantes e fortalecer os vínculos comunitários. A expectativa é que o aprendizado possa contribuir para a geração de renda e ampliar as possibilidades de autonomia das participantes.

A parceria prevê ainda outras atividades nas comunidades de Rio Claro, incluindo ações nas áreas de informática e culinária. A ideia é que novas iniciativas sejam definidas a partir das demandas e dos interesses dos moradores.

 

Mayra Gomes

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