Formação presencial aproxima estudantes do UniFOA da prática e da realidade profissional

Aprender a utilizar um equipamento no laboratório, discutir uma dúvida com o professor, desenvolver um projeto em grupo, participar de uma atividade com a comunidade ou entrar em contato com situações próximas daquelas que serão encontradas na profissão: parte da formação universitária acontece justamente nesses encontros que não se limitam ao conteúdo apresentado em sala de aula ou a tela do computador.

No Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), a graduação presencial coloca o estudante em contato com diferentes experiências ao longo do curso. A sala de aula e os laboratórios são um desses espaços, mas não os únicos. Projetos de extensão, visitas técnicas, atividades práticas, eventos acadêmicos e ações desenvolvidas em parceria com organizações e empresas também fazem parte da formação.

Essa convivência permite que o conhecimento trabalhado em aula seja testado, questionado e aplicado em situações diferentes. Em vez de esperar o fim da graduação para se aproximar da profissão, o estudante passa a construir essa relação durante o próprio percurso acadêmico.

Para o pró-reitor Acadêmico do UniFOA, Bruno Gambarato, essa combinação entre diferentes ambientes de aprendizagem é parte importante da experiência universitária.

“A formação presencial cria oportunidades que vão além do conteúdo previsto em uma disciplina. O estudante aprende quando pergunta, quando experimenta, quando trabalha com outras pessoas e quando precisa aplicar o conhecimento diante de uma situação concreta. É essa combinação de experiências que ajuda a construir uma formação mais completa”, afirmou.

A presença do professor também ganha outro significado nesse processo. O contato quase que diário abre espaço para perguntas, acompanhamento, orientação de trabalhos e discussões que surgem muitas vezes durante a própria atividade prática. É uma relação que permite ao estudante não apenas receber o conteúdo, mas conversar sobre ele e compreender como pode ser aplicado.

A estrutura disponível no campus Olezio Galotti amplia essas possibilidades. A Cidade Universitária reúne cursos de diferentes áreas, laboratórios e espaços acadêmicos que permitem experiências dentro e fora da sala de aula, além do contato entre estudantes e profissionais de formações distintas.

Esse princípio também está presente nos cursos semipresenciais oferecidos pela instituição. Neles, atividades realizadas em ambiente digital se combinam com encontros presenciais voltados às experiências previstas em cada formação.

A proposta não é colocar o presencial e o digital em lados opostos, mas compreender que diferentes momentos da aprendizagem podem exigir recursos e formas de interação distintas. Nos cursos semipresenciais, os encontros no campus permitem que determinadas práticas, trocas e atividades ocorram em contato direto com professores, colegas e estruturas acadêmicas.

“A tecnologia amplia as possibilidades de aprendizagem e oferece flexibilidade, mas existem experiências em que a presença tem um papel importante. Mesmo nos cursos semipresenciais, há momentos em que a prática, a troca com o professor e o convívio com outros estudantes fazem parte da construção daquele conhecimento”, destacou Bruno.

Essa troca também aparece nos projetos desenvolvidos durante a graduação. Atividades de extensão levam estudantes para perto da comunidade, enquanto visitas, eventos e experiências com empresas ajudam a apresentar problemas e situações que fazem parte do mercado de trabalho.

Ao longo desse percurso, conhecimentos técnicos passam a dividir espaço com outras competências que também serão exigidas depois da formação, como comunicação, autonomia, trabalho em equipe e capacidade de tomar decisões.

“Quando falamos em formação universitária, não estamos falando apenas daquilo que o estudante precisa saber ao final do curso. Estamos falando também das experiências que ele vive, das relações que constrói e da forma como aprende a lidar com os desafios da profissão. A universidade é um espaço importante para que tudo isso aconteça”, destacou Bruno.

Nesse percurso, os conhecimentos técnicos passam a dividir espaço com outras competências que também serão exigidas depois da formação, como comunicação, autonomia, trabalho em equipe e capacidade de tomar decisões.

É nesse ponto que a experiência presencial deixa de significar simplesmente estar fisicamente na universidade. Presença também é participar, experimentar, perguntar, trabalhar com outras pessoas e aprender a lidar com situações concretas.

Para quem está escolhendo uma graduação, olhar para a grade curricular é uma parte importante da decisão. Mas também vale entender como aquele conhecimento será vivido ao longo dos próximos anos. Afinal, a formação profissional não é construída apenas pelo que o estudante aprende. Ela também passa pelos lugares em que esteve, pelas experiências que acumulou e pelas pessoas com quem aprendeu durante o caminho.

As inscrições para o Vestibular dos cursos de graduação do UniFOA estão abertas. Mais informações estão disponíveis em unifoa.edu.br.

Informa Cidade

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