Dinho marca lançamento de pré-candidatura à Alerj

O vereador Sidney Dinho (PRD) confirmou, na tarde de sexta-feira (19), pelas redes sociais, que iniciou os preparativos para sua pré-candidatura a deputado estadual nas eleições deste ano.
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Para organizar a movimentação política, o parlamentar criou um grupo de WhatsApp que servirá como principal canal de articulação da pré-campanha, reunindo apoiadores e auxiliando na divulgação de materiais e ações.
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Em mensagem direcionada a aliados e eleitores, Dinho reforçou o caráter independente de sua trajetória política.
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Segundo ele, a candidatura segue sem vínculos com padrinhos políticos ou compromissos prévios com outras lideranças.
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O parlamentar afirmou que sua única articulação em nível estadual será em apoio a Marcus Vinícius (Neskau), presidente nacional de seu partido, que disputará uma vaga para deputado federal.
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O evento de lançamento da pré-candidatura está marcado para o dia 4 de julho, às 19h.
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Em casa
Diferentemente de lançamentos anteriores, realizados em salões de festas, desta vez Dinho optou por receber apoiadores em sua própria casa. Segundo o vereador, a escolha tem caráter simbólico: ele quer reunir, em seu ambiente pessoal, pessoas que estiveram ao seu lado tanto nos momentos difíceis, quanto nas conquistas de sua vida pública e pessoal.
O parlamentar fez um convite direto a familiares e apoiadores, destacando que o encontro também terá caráter de confraternização, com a intenção de reaproximar pessoas e “colocar a conversa em dia”.
Recapeamento
A Prefeitura de Volta Redonda formalizou contrato com a empresa Plenaplan Construtora Ltda para a execução de obras de recapeamento asfáltico e aplicação de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) em ruas e avenidas do bairro Voldac.
Os serviços contemplarão as avenidas Beira Rio e Nossa Senhora do Amparo, além das ruas Marina Godoy Barreira Cravo, Margarida Barreira Cravo, Sebastiana Tambasco e Carlos Marques. O Contrato foi assinado no último dia 16.
Bloqueio
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na sexta-feira (19), o Decreto nº 13.033, que fortalece o combate ao mercado ilegal de apostas no país. A medida, já publicada em edição extra do Diário Oficial da União, cria procedimentos para bloquear recursos movimentados por empresas de apostas de quota fixa que atuam sem autorização, interromper novas transações financeiras e permitir que valores obtidos de forma ilegal sejam destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública após a conclusão de processo administrativo.
“Vou assinar com muito prazer esse decreto e vamos combater de todas as formas possíveis qualquer bet ilegal desse país”, afirmou o presidente em trecho de vídeo postado em seu canal nas redes sociais. “Com a nova Lei Antifacção e a inteligência acumulada no combate a crimes financeiros, Ministério da Fazenda, Ministério da Justiça e Advocacia-Geral da União avançam para sufocar o fluxo de recursos de bets ilegais”, disse.
De fora
O Banco Central alterou as regras do Pix e retirou o teto fixo de R$ 500 que limitava os pagamentos na modalidade por aproximação. As instituições terão até 1º de outubro para adaptar sistemas e implementar a mudança.
Com a alteração, as transações por aproximação e as iniciadas por meio da jornada sem redirecionamento, no Open Finance, passam a seguir a mesma lógica que os demais pagamentos via Pix: o usuário poderá solicitar ao banco o aumento ou a redução do limite diário e do limite por transação, de acordo com a ferramenta de gestão de limites que deve ser disponibilizada por todos os bancos em seus aplicativos.
Queda
O Brasil alcançou, em 2025, a menor taxa de analfabetismo do país desde 2016, início da série histórica, quando a medição começou a ser feita. O índice, de 4,9%, divulgado nesta sexta-feira (19/6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que pela primeira vez a taxa ficou abaixo de 5% desde 2016 para brasileiros com 15 anos ou mais, com 592 mil pessoas nesta faixa incapazes de ler e escrever um bilhete simples a menos em relação a 2024.
Desempenho I
Em números absolutos, o país tinha 8,4 milhões de pessoas analfabetas em 2025. Sem considerar a população idosa, a taxa de analfabetismo caiu para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos. Os dados são do módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, que teve a série histórica (2016-2025) reexaminada a partir dos resultados do Censo 2022.
Desempenho II
Em comparação com 2022, o analfabetismo no país recuou tanto para pessoas de 15 anos ou mais como para aqueles com 60 anos ou mais. No primeiro grupo, o índice passou de 5,6% em 2022 para 4,9% em 2025. Já entre os mais velhos, a taxa passou de 16% em 2022 para 13,8% em 2025 e, pela primeira vez, ficou abaixo dos 14% para esta faixa desde 2016. A população com 60 anos ou mais correspondia a mais da metade (58%) do total de analfabetos em 2025, com 4,9 milhões de pessoas sem saber ler ou escrever nessa faixa etária.
Segundo o estudo, mais da metade dos analfabetos (4,8 milhões de pessoas) estava no Nordeste, com uma taxa de 10,6%. O Norte vem na sequência (5,7%), seguido por Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).
Gêneros
Ainda na população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez em 2025. A taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais segue menor (4,6%) que a dos homens (5,2%). De acordo com o analista da pesquisa, “esses resultados sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”.
Etnias
O estudo apontou que o analfabetismo de pretos ou pardos com 60 anos ou mais é quase três vezes superior ao de brancos. Cerca de 2,8% dos brancos de 15 anos ou mais eram analfabetos, enquanto essa proporção foi de 6,5% para pretos ou pardos nesse mesmo grupo de idade. A diferença se acentua entre os idosos. Na faixa de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%).
Ensino médio
Os dados do IBGE indicam, ainda, que a proporção de pretos e pardos com 25 anos ou mais que concluíram o ciclo básico educacional (ensino médio) chegou a mais da metade (51,3%) dessa população pela primeira vez. No entanto, em relação aos brancos (64,9%), ainda há uma diferença de 13,6 p.p. Essa taxa era de 16,4 p.p. em 2016. Considerando toda a população de 25 anos ou mais que terminou a educação básica obrigatória (ensino médio), ela manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 57,4% em 2025. Destaque para o percentual de pessoas com somente o ensino médio completo, que passou de 27,1%, em 2016, para 31,8%, em 2025.
Pesquisa
Além das informações conjunturais sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua investiga, anualmente, temas estruturais relevantes para a compreensão da realidade brasileira. O módulo sobre Educação analisa o analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, o nível de instrução e número médio de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais, a taxa de escolarização e as taxas ajustadas de frequência escolar líquida, além da condição de estudo e situação na ocupação das pessoas com 15 a 29 anos de idade, entre outros indicadores.

Ana Carolina Garcia Berg de Marco

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