Aos 88 anos, moradora de Volta Redonda supera sequelas de AVC para votar
Foto: Arquivo Pessoal
Volta Redonda – Aos 88 anos, Maria Vilela de Souza fez questão de comparecer às urnas neste domingo (25), mesmo enfrentando limitações provocadas por um acidente vascular cerebral (AVC), que a mantém em uma cadeira de rodas. Moradora do bairro Morada do Vale, no distrito da Califórnia, ela foi acompanhada pela filha, Dulcineia de Souza, e pelo neto Gabriel de Souza Roberto, professor de Física e voluntário do Pré-Vestibular Cidadão, ligado ao Movimento Ética na Política (MEP-VR).
Nascida em Luminárias, Minas Gerais, Maria vive há 65 anos na região de Volta Redonda. Lúcida, ela demonstrou disposição para participar da votação, em um momento que emocionou os familiares.
Para Gabriel, acompanhar a avó foi motivo de alegria. “Para mim, foi emocionante ver minha vozinha indo votar e poder acompanhá-la, vendo-a ativa e querendo fazer a diferença”, contou.
Com o apoio da filha, Maria recebeu as orientações necessárias para votar. Mesmo com a fala comprometida pelas sequelas do AVC, ela conseguiu expressar sua compreensão sobre a importância da participação eleitoral.
Após a votação, o neto perguntou se havia sido fácil e rápido votar. Maria respondeu que sim. Na sequência, Gabriel reforçou que era importante comparecer às urnas, e a avó concordou: “Tem que ir, né?”, acompanhando a resposta com gestos.
O momento foi registrado pela família como uma demonstração de participação e cidadania. Apesar das limitações de saúde, Maria fez questão de exercer o direito ao voto e participar da escolha dos representantes do país.
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luciano junior
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