Nova regra para ciclomotores não inclui veículos autopropelidos
Foto: Evandro Freitas
Volta Redonda – A partir do dia 1º de janeiro de 2026, uma nova regra do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) entra em vigor e muda as obrigatoriedades dos veículos ciclomotores. Categoria mais robusta entre os elétricos, ela passa a ter novos parâmetros e exigências mais rígidas. Após a virada do ano, os veículos com potência máxima de 4000W, velocidade máxima de 50km/h e distância entre eixos superior a 130 cm precisam ter registro e emplacamento. E os condutores precisam ter uma autorização especial. Mas para fazer essa regularização, o processo não é dos mais simples. A Mobi Eletro, de Volta Redonda, presta este serviço. Toda a documentação precisa estar homologada até 31 de dezembro.
“Essa regularização é um pouco complexa, porque exige homologação e funcionamento perfeito do equipamento. Nós aqui da Mobi Eletro vamos fazer esse serviço. É só entrar em contato conosco”, disse Edvaldo Passos Bastos, proprietário da empresa.
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A mudança nas regras dos ciclomotores, no entanto, não altera em nada a situação dos autopropelidos. Neste caso, a CNH, o registro e o emplacamento continuam sendo não-obrigatórios. Para ser enquadrado nesta categoria, a potência máxima deve ser de 1000W, com velocidade máxima de 32km/h e distância entre eixos de até 130 cm. Estão incluídas bicicletas elétricas com acelerador, patinetes, monociclos, hoverboards e scooters elétricas.
A menor exigência burocrática para este tipo de veículo é um alívio para condutores e também para um mercado que não para de crescer no Brasil. Em todo o ano de 2024, foram vendidas quase 54 mil novas unidades, com um faturamento superior a meio bilhão de reais, segundo dados da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike). O principal diferencial, claro, é a economia – principalmente ao substituir o combustível pela energia elétrica.
“Esses veículos são mais econômicos em relação ao veículo a combustão. Para recarregar uma bateria da scooter elétrica, com carga total, se gasta em torno de três reais, para uma autonomia entre 40 e 50 quilômetros. Isso, além da questão ambiental. Não existe poluição do ar e nem sonora”, completou Edvaldo.
alice couto
Nova regra para ciclomotores não inclui veículos autopropelidos







