Dr. Sérgio Cruz explica como Ignite RF revoluciona a lipoaspiração

Por Emiliano Macedo
A busca pelo contorno corporal perfeito sempre esbarrou em um desafio técnico para os cirurgiões plásticos: o que fazer com a pele que sobra após a remoção da gordura?
Até pouco tempo, a resposta para casos de flacidez moderada envolvia grandes incisões e cicatrizes extensas, como as da abdominoplastia. No entanto, uma nova tecnologia está mudando esse cenário com muito mais segurança
O sistema Ignite RF, uma evolução do Bodytite que é uma radiofrequência subdérmica, tem se tornado um aliado do cirurgião plástico Dr. Sérgio Cruz. A plataforma através da ponteira Quantum transmite energia para promover uma retração tecidual imediata, permitindo que a pele se “ajuste” ao novo formato do corpo logo após a lipoaspiração.
Dr. Sérgio Cruz (Foto: Divulgação)
“O grande diferencial do Ignite não é apenas dissolver a gordura, mas tratar a qualidade da pele de dentro para fora”, explica o Dr. Sérgio Cruz. “Através de microexplosões térmicas controladas, conseguimos estimular o colágeno em camadas profundas com menos risco de complicações que as tecnologias anteriores. Isso nos permite tratar a flacidez com a mesma incisão milimétrica da lipoaspiração.”
Diferente de métodos que utilizam gases (como o argônio), o Ignite baseia-se exclusivamente em radiofrequência de alta potência.
O dispositivo monitora a temperatura interna e externa em tempo real, garantindo que o calor necessário para a retração seja aplicado minimizando riscos de queimaduras externas.
Segundo o especialista, que divide sua rotina entre o Sul Fluminense e a capital mineira, o uso da tecnologia é indicado especialmente para pacientes que desejam a Lipo HD (High Definition), onde a definição muscular exige que a pele esteja perfeitamente aderida ao músculo.
Além da estética, a tecnologia impacta diretamente no pós-operatório. Por ser um procedimento minimamente invasivo e com controle térmico preciso, o trauma tecidual é reduzido.
“Observamos uma diminuição importante no edema (inchaço) e nas equimoses (roxos) tradicionais. O paciente consegue retornar às suas atividades em um tempo significativamente menor, com um resultado que continua evoluindo por até seis meses, conforme o novo colágeno é produzido pelo organismo”, pontua o Dr. Sérgio Cruz.
Embora o Ignite RF seja um avanço promissor, o médico ressalta que a tecnologia não substitui o rigor técnico. “A máquina é uma ferramenta poderosa, mas o planejamento cirúrgico e a indicação correta para cada biotipo continuam sendo os pilares da segurança e do sucesso do procedimento.”
O Dr. Sérgio Cruz compartilha com frequência tudo o que há de mais avançado na cirurgia plástica em suas redes sociais. Para maiores informações, visite o perfil dele no Instagram: @dr_sergiocruz
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