Só de estar fardada já é fazer história, diz cadete de 17 anos da Aman no Dia da Mulher
Jovem de 17 anos representa nova geração no Exército
Valentina Ferreira, uma cadete de 17 anos da Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ), compartilhou um sentimento de realização ao afirmar que ‘só de estar fardada e estar aqui dentro fazendo história, já é grande coisa’. Seu depoimento ocorreu no Dia Internacional da Mulher, quando mulheres estão cada vez mais presentes nas estruturas do Exército brasileiro.
Origem no mundo da dança e inspiração militar
A jovem começou a frequentar a Academia Militar da Amazônia (Aman) aos poucos, onde passou a admirar o ambiente militar. Suas primeiras apresentações artísticas, realizadas durante festividades de aniversário, marcaram o início de sua conexão com o universo das forças armadas. Aos olhos de Valentina, ser mulher e ter acesso ao Exército é algo “maravilhoso”.
As aspirações de igualdade e empoderamento
Segundo a cadete, a integração de mulheres no exército ainda enfrenta desafios. Ela afirma que deseja ser treinada exatamente como os homens, com direito a igualdade de oportunidades. Para Valentina, ver outras mulheres fardadas e empoderadas é uma fonte de inspiração. “No futuro, eu quero estar no lugar deles”, declarou.
Transformação e perspectivas futuras
O caso de Valentina indica uma mudança gradual na composição das forças armadas brasileiras. Ao longo dos últimos anos, houve aumento no número de mulheres ingressando em diversas áreas do Exército, incluindo a Arma de Comunicações. Essa evolução pode contribuir para uma maior diversidade e representatividade dentro das instituições militares.
Redação
https://www.resende.com.br/2026/03/08/jovem-cadete-farda-historia-dia-mulher/
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