Programa de inclusão produtiva certifica mais de 3 mil pessoas em VR

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Foto: Cris Oliveira/PMVR

Volta Redonda – A Prefeitura de Volta Redonda encerrou 2025 com um balanço positivo das ações do Programa de Inclusão Produtiva e Geração de Renda, que certificou 3.010 pessoas em cursos e oficinas de capacitação profissional ao longo do ano. As atividades foram realizadas entre fevereiro e dezembro, nos equipamentos da rede socioassistencial do município, reforçando a política de qualificação e estímulo à autonomia financeira da população.

Os números mostram crescimento contínuo na participação ao longo do ano. De fevereiro a maio, 953 pessoas receberam certificação; entre junho e setembro, foram 998; e, no período de setembro a dezembro, o total chegou a 1.059 participantes. Ao todo, o programa abriu 118 turmas, distribuídas entre os Centros de Referência de Assistência Social (Cras), os Centros de Inclusão Produtiva (CIPs) e o Centro de Educação e Produção Alimentar (Cepa).

Atualmente, o município mantém três Centros de Inclusão Produtiva em funcionamento — localizados nos bairros Vila Mury, Verde Vale e Vila Rica — além do Cepa, no bairro São Sebastião. A estrutura do programa também inclui três quiosques destinados à comercialização de produtos confeccionados pelos participantes, instalados na Rodoviária Municipal Prefeito Francisco Torres e no Mercado Popular da Vila Santa Cecília, com boxes voltados para artesanato e produção alimentícia.

Ao longo de 2025, foram oferecidos cursos em diferentes áreas, com foco tanto no empreendedorismo quanto na inserção no mercado de trabalho. Entre as formações estão Artes em Vidro; Artesanato com Feltro; Bordado e Ponto Cruz; Customização; Barbeiro; Cabeleireiro; Corte e Costura; Costura Criativa; Designer de Sobrancelhas; Manicure e Designer de Unhas; Massagem Relaxante; Trancista; e Marketing Digital. Parcerias com instituições como o SENAI e o IQP/ICT ampliaram a oferta, possibilitando cursos técnicos em áreas como Assistente de Qualidade, Eletricidade Residencial, Bombeiro Hidráulico, Manutenção de Ar-Condicionado, Recreação Social e Cuidador de Idosos e Pessoas com Deficiência, entre outros.

As oficinas atendem prioritariamente famílias em situação de vulnerabilidade social, a partir dos 16 anos, mas também disponibilizam vagas para a comunidade em geral. Desde 2021, cerca de sete mil pessoas já foram certificadas por meio do programa, consolidando a iniciativa como uma das principais políticas públicas do município voltadas à inclusão produtiva.

A secretária municipal de Assistência Social, Rosane Marques, destacou o alcance social da iniciativa. “A inclusão produtiva traz autonomia para os nossos usuários e muda a realidade das suas vidas. Ser capacitado para atuar como empreendedor individual ou para o mercado de trabalho promove mudanças que reverberam em toda a sociedade”, afirmou.

A gestora do Programa Municipal de Inclusão Produtiva e do Projeto Novos Horizontes, Marlene Mota, reforçou que o planejamento já está em andamento para o próximo ano. “Encerramos um ciclo com resultados significativos e já estamos realizando, nos Cras, o levantamento de interesses da comunidade para definir os cursos de 2026. Nosso compromisso é garantir formações alinhadas às necessidades reais da população e ampliar as oportunidades de geração de renda”, explicou.

As próximas turmas do Programa de Inclusão Produtiva estão previstas para começar em fevereiro de 2026.

Agatha Amorim

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